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Subprefeituras recebem lixo eletrônico a partir de abril Última atualização em, 14 de março de 2019

Sabe aquela TV de válvula que ninguém sabe mais o que fazer com ela e entra ano sai ano, continua atirada no galpão juntando pó? Ou aquele monitor quebrado, que não tem mais conserto e só ocupa espaço no quartinho dos fundos? Para quem mora na cidade, dar destino ao lixo eletrônico é fácil, basta ir até a Crepel, e, sem custo nenhum, deixar lá o que não tem mais utilidade. Já quem mora no interior, a dificuldade de acesso atrapalha. Mas isso vai ter fim.

 

A partir de abril a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade (Semass), de Santa Cruz do Sul,  lança o projeto Consciência Limpa, uma solução para que os moradores do interior do município possam descartar seu lixo eletrônico de forma fácil. “Consciência limpa é um termo que as pessoas que vivem no interior gostam muito de usar. E a ideia é essa mesmo, fazer a coisa certa, descartar os materiais de forma correta, sem agredir o  meio ambiente”, explicou o secretário da pasta, Raul Fritsch.

 

Uma vez por mês, uma empresa parceira do Município, devidamente licenciada, fará o recolhimento dos materiais nas subprefeituras de Linha Santa Cruz, Boa Vista, Monte Alverne, Paredão, Rio Pardinho e na Escola Emanuel, em São José da Reserva.. Cada um desses locais terá uma compartimento padrão para que os moradores possam depositar seu lixo eletrônico, em qualquer dia da semana, durante o horário de funcionamento.  O que puder ser aproveitado será encaminhado para reciclagem e o que não tiver nenhum tipo de utilidade será corretamente descartado.

 

Segundo Fritsch, em geral, equipamentos eletrônicos - monitores de computador, telefones celulares e baterias, computadores, televisores, câmeras fotográficas, impressoras, entre outros - são descartados quando apresentam algum defeito ou se tornam obsoletos, podendo se transformar em um sério problema quando o descarte é realizado de maneira incorreta. “Dispositivos eletrônicos demoram bastante tempo para se decompor na natureza e contam com uma quantidade considerável de substâncias químicas que poluem o solo e a água”, disse.

 

Raul explica que, diferente do meio urbano, onde terrenos baldios e beiras de estrada acabam virando grandes lixões, o que acontece no interior é que  os moradores acumulam muita tralha em galpões, nos fundos do quintal e em outros espaços dentro da propriedade. “Queremos ajudar as pessoas, facilitando o acesso delas a um serviço que é inédito no município, porém essencial para garantir a qualidade de vida do nosso planeta”, disse. 

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