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Peti ganha mascote para reforçar as ações de erradicação do trabalho infantil Última atualização em, 13 de abril de 2018

Um reforço para combater a exploração de crianças e adolescentes. Foi isso que a Secretaria Municipal de Políticas Públicas (Sepop) propôs na tarde desta quinta-feira, dia 12, ao apresentar o novo mascote adotado para o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti). O boneco, que ainda não tem nome, foi entregue ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e será utilizado especialmente em atividades de sensibilização junto à comunidade. 

 

O Peti tem cunho socioeducativo e sua atuação tem foco no acompanhamento das famílias, incluindo crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil nos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e nas oficinas de qualificação profissional. Conforme a Constituição Federal o trabalho de crianças e adolescentes, antes dos 16 anos, é proibido, e, somente na condição de aprendiz, é permitido a partir dos 14 anos. 

 

Mas antes de ganhar as ruas o novo mascote precisa ganhar um nome. Na próxima semana, a campanha terá início na página do Facebook da Prefeitura e sugestões poderão ser encaminhadas. O único critério é que o nome sugerido tenha plena afinidade com as ações do Peti.

 

Depois que for batizado, o mascote participará de campanhas de divulgação do programa, blitze educativas, atividades de sensibilização em escolas e empresas, datas comemorativas, eventos do Calendário do Município, entre outras ações. Desde 2016, o município conta com a Comissão Municipal do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Competi), que reúne a cada dois meses instituições com expertise e afinidade com o tema do trabalho infantil, como Emater, Afubra, Unisc, Senac, Instituto Crescer legal, Centro Marista, 6ª CRE, Ministério Público do Trabalho e outras. 

 

O secretário municipal de Políticas Públicas, Edemilson Severo, afirmou que “a proposta é criar um ambiente de interação entre o boneco e o público-alvo, fazendo com que crianças e adolescentes conheçam de fato os espaços que devem ser ocupados nesta fase inicial da vida como futuros cidadãos”. Ele ressaltou também o excelente trabalho desenvolvido pelos profissionais técnicos da Sepop, que se tornou uma referência no que diz respeito às ações e medidas relacionadas à erradicação do trabalho infantil, e a parceria que define como fundamental com o Ministério Público do Trabalho, através da procuradora Enéria Thomazini.

 

O mascote – Confeccionado basicamente em espuma e tecido, por uma empresa de São Paulo, o boneco representa um menino trajando uniforme escolar, nas cores azul e branco, calçando um par de tênis azul e carregando uma mochila colorida. A ideia da mochila é lembrar que lugar de criança é na escola e o cata-vento colorido estampado na camiseta remete às brincadeiras infantis, outra atividade fundamental para formação de um adulto saudável. 

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