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Operação de guerra no combate ao Aedes aegypti Última atualização em, 19 de dezembro de 2017

Para o Combate ao Aedes aegypti, o 7º Batalhão de Infantaria Blindado (BIB) e a Secretaria de Saúde, por meio da Vigilância Sanitária de Santa Cruz do Sul, uniram forças na batalha contra o mosquito que transmite a dengue, a chikungunya e o zika vírus. 

 

Nesta terça-feira, dia 19, 35 militares, acompanhados por agentes de saúde e agentes de combate a endemias iniciaram a visita a 975 moradores do Bairro Schulz, na tentativa de eliminar possíveis criadouros. O mutirão se estenderá até as 20h30 de hoje, e deve ser retomado nesta quarta-feira, 20, a partir das 14h30. 

 

O reforço do 7º BIB amplia o poder de vigilância. “Precisamos eliminar criadouros, locais com água parada, para que o mosquito não possa depositar os ovos e não se prolifere nos bairros vizinhos”, frisou o coordenador do departamento de ações de combate ao Aedes da Vigilância Sanitária, Leonardo Rodrigues. A secretária da pasta, Renice Vaccari, acompanhou o início das atividades no CTG Lanceiros de Santa Cruz.

 

Um carro de som está passando pelo bairro avisando os moradores para limparem seus pátios e colocarem em frente às suas residências materiais e objetos descartados que serão recolhidos por caminhões da Prefeitura. 

 

Os números do foco do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, chegam a 172 em Santa Cruz do Sul. E o Bairro Schulz é o mais atingido, conforme a Vigilância Sanitária, com 90 focos.  Comparados com os do ano passado, os dados são assustadores: no mesmo período o município teve apenas 20 focos. Destes, 18 eram no Schulz e outros dois foram registrados no Bom Jesus. O aumento no número de focos do mosquito em apenas um ano foi de 760%.

 

 

 

 

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